31/08/2017 13:02:30 - Atualizado em 31/08/2017 13:06:19

“Abalô de Abadô” nesta quinta e sexta no Teatro de Bolso

  Divulgação

Espetáculos no Teatro de Bolso

O final de semana no Teatro de Bolso Procópio Ferreira vai exaltar a cultura afro-brasileira com dois eventos da “Cia das Preta”. O show “Abalô de Abadô” acontece nesta quinta (31/08) e sexta-feira (01/09), às 20h. Nos dias seguintes, sábado (02/09) e domingo (03/09) é a vez do “Sarau das Preta”, também às 20h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) e podem ser adquiridos, de terça à sexta-feira, das 10h às 17h, na entrada lateral do teatro na rua Dr. Gesteira Passos, 11, Centro.

No show “Abalô de Abadô”, Adriana Medeiros, Vânia Navarro, Ellen Corrêa, Léo Navarro, Renato Arpoador e Matheus Nicolau sobem ao palco para apresentar maracatu, frevo e samba, entre outros ritmos. O espetáculo é produzido por Carlos Henrique Pasco e a direção musical é de Renato Arpoador e Vânia Navarro. Já a direção geral é assinada pelo Coletivo Das Preta e a classificação indicativa é de 12 anos.

“A música criada pelos afro-brasileiros é uma mistura da música portuguesa, indígena e africana, produzindo uma grande variedade de estilos. Muitos desses estilos fazem parte do nosso repertório, fazemos saudação à Jovelina, Clara Nunes, Mestre Marçal e aos cantos e toques das religiões afro-brasileiras — conta Adriana Medeiros.

No “Sarau das Preta”, sob forma de recital teatralizado, as atrizes Adriana Medeiros, Lua Monteiro e Ellen Corrêa farão do palco um espaço onde tudo é possível. Lá, irão dançar, cantar e recitar poesias autorais e de domínio público. O evento tem classificação indicativa de 16 anos. O espetáculo tem direção do Coletivo Das Preta, direção musical de Vânia Navarro e produção de Carlos Henrique Pasco. A equipe também agradece ao ator e diretor Yve Carvalho pela colaboração e “pelo olhar generoso sobre algumas cenas”.

“Vamos soltar de nossas entranhas nossos verbos mais pungentes, mais doces, mais verdadeiros, mais resistentes. Estaremos sem amarras, sem açoites, sem mordaças. Livres, no palco, cantaremos nossas esperanças e mostraremos que não nos calamos diante dos preconceitos das pessoas e que só abaixamos a cabeça, quando é para alguém nos colocar uma coroa”, diz Adriana.

 

Reportagem:


Fonte Supcom